Imprensa

 

Sobre  “Rojo y Rosa”:


Ritmos del Mundo. Agosto de 2011.

“Seguindo com sua forma inovadora de fazer música, Agustín Carbonell volta a apresentar um trabalho que busca dar um novo enfoque ao Flamenco. Se trata de uma completa obra cuidada em todos os detalhes, onde nenhum som e nenhum ritmo são triviais, mas que deixam lugar à livre interpretação [...]”.


www.deflamenco.com. 30 de Maio de 2011.

“Aposta pelo cante jovem, cigano e madrileno.”


Suma Flamenca 2011

“Estivemos também, apreciando, no Teatro Paco Rabal, o luxo de um dos melhores espetáculos do ano: Rojo y Rosa de Agustín Carbonell, El Bola. Com impressionante  cenografia de Carlos Pérez de Bustamante e iluminação de Dominique You, que as “bailaoras” Karen Lugo e Tamar González, souberam utilizar para dar-nos uma lição do melhor baile flamenco com pinceladas de dança. Não percam.”



www.eitb.com. 13 de Julio de 2011.

“Os grandes violonistas seguem marcando o caminho da renovação como nos mostra Agustín Carbonell “Bola” em seu novo trabalho Rojo y Rosa dedicado ao baile e à música do Novo Flamenco.”




Sobre  “Desvaríos”:


El País. Chema García

“Uma música que te prende e estarás perdido, porque não há maneira de desenredar-se. Estás avisado.”


La Vanguardia

“Agustín Carbonell talvez seja o violonista que melhor saiba mover-se em territórios jazzísticos. Carbonell pode marcar um pulso tão sólido como Tomatito e, a continuação, frasear com delicadeza ao estilo Phillipe Cattherine.”

Sobre  “Bola”:


Record World. Jose María Esteban

“Bola é provavelmente um dos violonistas com um trabalho mais pessoal das novas gerações. Bom conhecedor da tradição que se sente atraído também pelas novas formas, ainda que sem divagar, senão conhecendo a fundo o que leva entre as mãos.”


Ángel S.. Harguindey -El País ,1996

Seres humanos que crean belleza, que generan armonía, tolerancia, sabiduría o que sencillamente saben gozar de lo cotidiano. Hablamos de gentes y hechos como Francisco Ayala, Julio Caro Baroja, Carmen Martín Gaite, Rafael Sánchez Ferlosio, Enrique Morente, Romario, Cachao, Curro, El Bola,[...], los crepúsculos madrileños desde cualquier autovía.


Frankfurter Allgemeine Zeitung, 1991

The 24 years old guitarist  Agustin Carbonell reaches a technical level comparable to Paco de Lucia’s, if not a step further, daring at the same time with a chamber-music synthesis.

 

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